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Princesas reais

04.11.14

Quando era miúda, devorava filmes da Disney. Recordo-me de choramingar no final da Pequena Sereia e de não querer ver sozinha os segundos da Bela Adormecida em que a Malévola aparecia na lareira. A Cinderela era a minha favorita. Os tempos mudaram e as princesas da Disney também. Apesar daquelas continuarem a ser as princesas da minha infância, reconheço que as de agora fazem mais sentido. São mais fortes, independentes e não precisam cá de príncipes sempre a tirá-las de apuros. A única característica que se mantem é o aspeto físico. São todas magras, magrinhas, magríssimas. Tal como a Barbie, desproporcionais e impossíveis. Pois bem, Loryn Brantz, do BuzzFeed, resolveu o problema e trouxe as princesas Disney para o mundo real. Bem sei que a maioria das meninas que veem os filmes (tal como eu, em tempos idos) não estão propriamente a medir-lhes a cintura, mas conceitos de magreza começam assim, a construir-se nas nossas cabeças bem antes de tomarmos consciência deles. Pontanto, vamos lá, malta da Disney, as Princesas reais e normais são igualmente bonitas e fazem muito mais sentido.

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publicado às 19:44

Brittany Maynard morreu no passado sábado. Tinha pensado adiar a data por ainda se sentir com vontade de viver, mas acabou por fazê-lo no dia 1 de novembro por sentir que as forças lhe começavam a falhar.

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Não tenho um motivo específico para escrever sobre isto. Exceto, talvez, que acho mesmo que não sevia ser esquecida.

 

Nota porterior: soube entretanto que Brittany não partiu no dia 1 de novembro, como havia planeado. Permitiu-se mais um dia e escolheu antes domingo.

publicado às 16:16

Sou fã do Halloween. Não pessoalmente, que na minha altura não se falava tanto disso e, mesmo quando se falava, eu nunca revelei grande interesse, mas acho giro. Sobretudo à inglesa ou americana, com as abóboras e as decorações. Já sei que é capitalista e que não é uma tradição portuguesa, nem religiosa. Mas isso nunca nos impediu no Carnaval, pois não? A cada ano que passa vejo mais miúdos nas ruas na doçura ou travessura. Ainda ontem vi um grupo adorável de bruxinhas e fatasmas cuja travessura era atirarem confetis. Divertem-se e andam felizes e não vejo mal nenhum nisso. Além do mais, uma tradição começa sempre por ser uma novidade. 

 

Com certas idiotices é que já não vou à missa. Ontem à noite, quando vi as tais bruxinhas e fantasmas, estava à procura de um multibanco que não se encontrasse coberto de ketchup, pasta dos dentes ou espuma. Mesmo numa casa acharia esta 'travessura' estúpida e abusiva, mas num multibanco? O que foi que aconteceu? Não deu a 'doçura'? Estupidez e vandalismo. Estragar só porque sim. Não percebo!

publicado às 15:12

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Joana

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Neste mar

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