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Como prometido, cá está uma seleçãozinha para adultos. Para várias idades, estilos e orçamentos. Nos produtos femininos, livros ou decorativos, qualquer semelhança com coisas que eu gostaria de ter não é mera coincidência. Portanto, quem quiser, é mandar para cá, que eu não sou de rejeitar um bom presentinho.

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Até aqui a responsabilidade pela seleção musical é exclusivamente do E.

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Agora a responsabilidade é minha.

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O namoro da estação.

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A-do-ro!

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 Sim, sei o que estão a pensar: uma camisa branca? Mas toda a gente precisa, é um clássico e tem-me andado na retina porque a minha está nas últimas. E esta é mesmo gira.

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Os brincos da Lia Gonçalves, uma designer portuguesa. Podem ver onde comprá-los no site, mas eu apaixonei-me por eles (versão prateada) na Ivomaia [designers].

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 O "meu" prato. Na verdade é da Iva Viana e é ainda mais bonito ao vivo. Também disponível na Ivomaia [designers]

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 Conhecêmo-nos na internet e tem sido uma relação platónica.

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Mais uns ursinhos. Na minha lista de desejos há cerca de um ano.

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Outra das obras de arte da Lia Gonçalves.

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publicado às 10:52

Isto dos jovens tem muito que se lhe diga e se lhes compre. Para mim, é a faixa etária mais difícil - pensei dos onze aos dezasseis anos - porque eles têm gostos muito e variados e, em boa verdade, ainda nem sabem bem do que gostam. Deixo aqui algumas sugestões (embora, suspeito, haja muito adulto que não se chateava nem um bocadinho com alguns destes presentes no sapatinho) com valores variados e por ordem ascendente. Aos compradores de última hora, espero que ajude e vem já de seguida a secção adultos.

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 O meu primeiro livro.

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 As pens mais fofas de sempre.

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 A "minha" Mafalda, que eu adoro e que é para todos, mas que coloquei aqui porque acho que fazia mesmo bem aos jovens de hoje questionarem e preocuparem-se como a Mafalda.

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 Ora cá está um que eu não me importava nada de ter cá em casa.

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publicado às 09:55

Após a nossa visita a Perlim, estava eu com outra professora à espera dos pais de alguns dos miúdos e eles decidiram sentar-se na escadaria da igreja a jogar ao verdade ou consequência. De repente, uma das meninas levanta-se, caminha ao longo do passeio, comigo de imediato atrás dela, e grita ao polícia que estava ali a coordenar o trânsito:

 

- Olhe, você é o melhor polícia do mundo.

 

Recomeça o caminho para as escadas e o polícia, entre o confuso e divertido, diz:

 

- Obrigada! És muito simpática. Mas, então, porquê?

 

Ela para, volta-se e diz, com um encolher de ombros:

 

- É uma consequência!

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publicado às 19:39

Este não foi propriamente um ano em que tenha ido muito ao cinema, ou sequer visto muitos filmes, mas a escolha para mim é mesmo simples. Os Maias, de João Botelho. Já falei disso aqui. Da perfeição do elenco, da atualidade da obra, do guião que é a escrita de Eça, da inteligência do realizador ao utilizar os poucos recursos a seu favor, pintando uma Lisboa surreal, em que todos ostentam e se arrogam, mas que formam uma sociedade frágil e decadente. Tudo isto me faz escolher Os Maias, mas a principal razão é outra. Eça de Queirós é um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos, não só pela sua literatura crítica e interventiva, com descrição minuciosa e visualismo cuidado, histórias complexas e intrincadas, expoente máximo da corrente realista, mas, também por a sua obra se manter, ainda que tristemente para todos nós, atual, com um país que continua a reboque das grandes potências europeias, com pessoas que continuam a viver de aparências e ilusões e que (e aqui, penso, a tendência começa a inverter-se) com uma cultura estrangeirista, que apenas valoriza o que há fora, com absoluto desvalor do que é nosso. Ainda que o filme não possa, de forma alguma, substituir a leitura do livro, Botelho trouxe Eça ao grande público e não o fez de qualquer forma, mas com a mestria, o realismo e a justeza que um dos maiores clássicos da literatura portuguesa merece.

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publicado às 12:40

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Superfícies comerciais, lojas e ruas a abarrotar. Produtos escolhidos e remexidos. Cor, tamanho, versão ou qualquer outra coisa que está sempre em falta. Horas às compras. Filas intermináveis.

 

Ahhh! Nem era Natal sem isto!

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publicado às 15:35

Eu sou a menina dos presentes. Gosto genuinamente de comprar um presente para outra pessoa. De me pôr a pensar no que sei ou não sei sobre a pessoa, a tentar descortinar algo que lhe agrade, mas que não tenha aos montes. Como resultado, compro todos os presentes que ofereço, mesmo que seja em conjunto com amigos ou com o E. e até para os familiares dele (é isso mesmo, se não gostaram, a culpa é minha). Por isso, e bem sei que esta ideia, para além de não ser nada original ainda vem com uma ou duas semanas de atraso, vou deixar aqui várias sugestões, para várias, esperando que seja útil a alguém (mãe, pai, namorado, …). E pronto, outras pessoas também.

 

Começamos pelas crianças aí até aos dez anos. Não vou colocar preços, mas a ordem é crescente e, se quiserem saber isso ou outra coisa, é só perguntar.

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 Livro com texturas.

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 No IKEA. Por cada peluche vendido (não este, mas qualquer dos seus peluches), 1€ reverte a favor da UNICEF.

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 A T. tinha este livro e adorava.

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 O pijama monstrinho.

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 Sorgenfresser, os bonecos que comem medos.

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publicado às 10:09

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... entrar no mundo dos sonhos.

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publicado às 15:18

Toda a gente tem histórias destas e eu não sou exceção. Vou contar apenas uma. Aqui há uns bons dez anos, teria a T. uns quatro anitos, disse à minha mãe o seguinte:

 

- Mãe, sabes o que é que eu queria mesmo, mesmo?

- O quê, filha?

- Voar!

 

Pronto, a coisa ficou-se por ali, mas, no ia 24 de dezembro, o meu pai fez a sua tradicional penitência natalícia até ao hipermercado mais próximo buscar aquela coisa que falta sempre e, por um mero acaso, deu com um brinquedo com as seguintes características: eram umas asas de fada mecânicas, funcionavam a pilhas, eram usadas nas costas como uma mochila, batiam. Portanto, a conversa do dia de Natal foi:

 

- T., isto não é a sério. É só a brincar. Não podes voar.

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publicado às 12:44

Ora bem, ninguém me perguntou nada assim em específico, mas, como eu não posso ver nada, vou dizer tudo na mesma. Aqui ficam as minhas escolhas para 2014, seguindo as mesmas categorias que o Sapo propôs a vários blogueres para nomearem.

 

O melhor livro que eu li em 2014 é, por acaso, o último. Chama-se Americanah, de Chimamanda Ngozi Adiche e já o tinha mencionado por aqui um par de vezes. Apesar de estar no meu top de 2014, foi considerado um dos dez melhores livros de 2013 pelo New York Times.

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Ifemelu e Obinze são dois namorados de liceu, que se separam quando ela vai estudar para os Estados Unidos. Lá, Ifemelu percebe que o racismo existe em variadíssimas formas e que a tão ansiada América não estende o tapete vermelho com tanta facilidade e, muito menos, a todas as pessoas. Apesar de manterem a sua relação, Ifemelu e Obinze acabam por se separar, não pela distância física, mas sim pela distância dos mundos em que agora vivem. Treze anos depois, inexplicavelmente, Ifemelu decide voltar para a Nigéria à procura daquilo que a América lhe tirou: as suas raízes. Mas tudo mudou, desde o país em que cresceu a Obinze, que agora é um empresário de sucesso, casou e tem uma filha. Em analepses e prolepses, assistimos ao desenrolar da história de Obinze e Ifemelu, mas também ficamos a conhecer a Nigéria dos últimos vinte anos, a sua instabilidade e evolução, e os Estados Unidos da última década de um ponto de vista muito pouco abordado na atualidade: o dos negros não americanos.

 

Cativante, bem escrito, inteligente, crítico, mordaz, inconvencional, envolvente e com protagonistas fortes e imperfeitos (ou talvez devesse dizer humanos), Americanah é uma leitura fulminante, intensa, com descobertas, reviravoltas e desilusões a cada página e, sim, como é natural nos romances, com o leitor a torcer pelos protagonistas no final.

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publicado às 09:38

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Coimbra também tem os seus encantos.

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publicado às 17:38



Joana

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Neste mar

Sobre tudo e sobre nada. História e política. Brincadeiras e aventuras. Literatura e cinema. Trivialidades e assuntos sérios. Arte e lusofonia. Dia-a-dia e intemporalidade. E, claro, um blogue com sotaque do norte.