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Destaques

03.12.14

Eu sei, eu sei que faço grande alarido disto dos destaques, mas, olhem, sou mesmo assim gabarola 

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 Parece que a simpatia dos Minions também conquistaram o Sapo. Obrigada!

publicado às 08:36

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Lembro-me de, aí pelos meus dez ou onze anos, ir de férias para o Algarve com os meus pais e um casal amigo e levar os seis livros da coleção As Gémeas, de Enid Blyton, e de ler os seis bem antes dos quinze dias das férias acabarem. O amigo dos meus pais resolveu batizar-me de "comedora de livros" e, de alguma forma, o nome ficou. É isso que alguns familiares e amigos mais chegados me chamam para se meterem comigo e rendeu-me muitos livrinhos como presente de aniversário.

 

O primeiro livro a sério que li foi Os Cinco na Ilha Perdida, também de Blyton, quando tinha oito anos, também no Algarve. Lembro-me bem do meu pai mo comprar e dizer que já chegava de livros da Anita. Desde aí, o meu grande vício começou. Em certas alturas, levei raspanetes da minha mãe por ler até tarde ou por querer levar livros para a escola e ficar na sala a ler nos intervalos em vez de brincar com os meus colegas. Ainda hoje sou mesmo assim, quando começo a ler um livro, não consigo parar. Agora, que penso nisso, é engraçado como os meus hábitos de leitura estão tão ligados aos meus pais, que não são muito chegados a ler livros. Lembro-me, por exemplo, da minha mãe, para me fazer treinar a leitura nas férias entre a primeira e a segunda classe, me ler uma história antes de dormir e, em troca, eu tinha que ler outra.

 

Pois bem, acho que posso concluir que tenho um pequeno problema com a leitura: gosto tanto, que não sossego até acabar. É ler, ler, ler e ler até serem seis da matina e o sol despontar na minha janela. Chego inclusive a evitar a leitura em certas alturas mais atarefadas. Disse aqui há um tempo que queria muito ler este livro. Acontece que ele agora é meu e é gigantesco, com mais de setecentas páginas. Estão a ver a chatice, não estão?

publicado às 12:01

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Descobri hoje este vídeo. Há quem ache pateta, mas eu adoro estes pequenotes amarelos. Aqui fica a sua versão natalícia, com a promessa de um filme completo, já no próximo ano.

publicado às 09:49

Tarde e a más horas, mas aqui está ele:

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publicado às 15:38

Não sei! Nunca detestei um dos seus filmes, mas também não acho que seja caso para tanta festa. Ontem, vi (outra vez) a primeira parte do Kill Bill com o E. Há uma fulana que entra num restaurante e mata umas quantas pessoas, todas especialistas em artes marciais, para depois matar uma última pessoa, a quem, com um golpe de espada, tira o escalpe. (Também já vi os Sacanas Sem Lei. Que raio de fetiche tem este realizador com escalpes?) Mas o meu problema nem são as histórias inverosímeis. Acho até que alguns dos filmes tem muito potencial. Reconheço que a técnica cinematográfica é perfeita, as interpretações são, em regra, excelentes e as escolhas musicais são quase sempre boas. O que me chateia mesmo é o sangue. Acaba sempre com tudo a explodir em jatos de sangue.

 

Sim, tenho definitivamente um problema com Tarantino. Não o percebo.

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publicado às 12:43

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Joana

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Neste mar

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