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Batota

27.09.14

Outros dos desafios com o qual ando às voltas foi-me colocado pela querida Framboesa. O problema é que eu não sei responder a estas perguntas. À 1 já respondi aqui, mas a 4 e a 5 são muito difíceis e ingratas e às 2, 3, 6, 7, 8 e 11 não sei mesmo responder. Vou só dizer assim algumas coisas que talvez até deem algumas respostas, ok?

 

Gosto muito de escrever. Sobre tudo no geral, coisas que de alguma forma me apelam, mas em particular sobre literatura, viagens e aquilo a que costumo chamar a 'Marca Portugal'.

 

Sem o gigantesco empurrão do E., nunca teria sequer começado e, sem a minha irmã de polícia atrás de mim, provavelmente, não teria passado dos primeiros dias. Agora, adoro, claro. É o meu canto, a minha casa e escrever é o que eu mais gosto de fazer de entre todas as coisas.

 

Acho que já vou tendo algumas pequenas parcerias (talvez só agora se esteja a notar), mas eu não olho para elas assim. Para mim são pessoas, locais, marcas que de alguma forma me fascinam e de que eu gosto muito. É por isso que quero falar sobre elas. Algumas não respondem, outras declinam. Tudo bem! Amigos como antes. Depois há as que aceitam e, nesses casos, para além de agradecer, sinto-me lisonjeada.

 

Tenho um sentimento estranho, mas muito lusitano, quanto aos meus textos - saudade. Vejo-os a desaparecer da página inicial do blogue e parecem-me perdidos. Bem sei que é só clicar em 'anterior' que eles voltam a aparecer, mas mesmo assim. Não sei explicar melhor! Gosto dos meus textos e gosto verdadeiramente dos assuntos sobre os quais escrevo e custa-me vê-los ali escondidos no arquivo.

 

Como qualquer pessoa que tem um blogue, quero muitas visualizações. Ou, se calhar, mais que isso. Quero leitores. Fico sempre feliz quando tenho comentários aqui no blogue e tenho aprendido muito, em múltiplos sentidos, com esses bloggers (é por isso que faço questão de responder a todos). Essa é a parte que se vê. Mas fico mesmo feliz quando alguém fala comigo sobre um texto específico ou para me dar uma opinião sobre o blogue. Ou quando vem ter comigo só para me dizerem que me leem. Ainda, quando alguém que me conhece há anos me diz que não fazia ideia que eu sei escrever. E o melhor: quando percebo que os meus leitores (meus? que disparate!) já não são só o meu círculo de amigos ou conhecidos.

 

O meu maior desafio é realmente fazer isto. Todos os dias, mas sem me perder. Sem ficar sem sentido ou a escrever só para marcar o ponto. Uma das coisas que ter um blogue me tem ensinado é que é impossivel que tudo saia exatamente como queremos. Tudo bem! Eu viro e desviro o layout, invento as tags que forem precisas, agendo publicações no Facebook para as horas com mais utilizadores online. Só não me peçam para abdicar, ainda que não gostem, da minha escrita.

 

E acho que é só!

publicado às 12:18



Joana

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Neste mar

Sobre tudo e sobre nada. História e política. Brincadeiras e aventuras. Literatura e cinema. Trivialidades e assuntos sérios. Arte e lusofonia. Dia-a-dia e intemporalidade. E, claro, um blogue com sotaque do norte.