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Os "Óscares da televisão" deram, no que ao drama diz respeito, grande vitória a Breaking Bad. Era expectável. O que não significa aborrecido ou insatisfatório. Venceu como Melhor Série graças a um enredo sempre empolgante, à brilhante direção e a um elenco escolhido a dedo. Prova disso, nas categorias de atores, 'sem espinhas' para Aaron Paul e Anna Gunn, mas concorrência pesada para Bryan Cranston, o que torna a sua vitória mais discutível. Não para mim. Anseio vê-lo mais ligado à sétima arte e acredito ter o talento necessário para se descolar de uma personagem que para sempre marcará a sua carreira. Talvez existam atores que teriam interpretado Walter White tão bem como Cranston, mas melhor é impossível. Destaque ainda para Julianna Margulies que venceu com a sua mulher de armas em The Good Wife.

Nas minisséries ou telefilmes, vitórias para os atores de Sherlock. Pelos vistos, com surpresas, se bem que, na minha opinião, sem concorrência.

Mas o que me faz mais espécie são as categorias de comédia. Sim, gosto de Uma Família Muito Moderna. Tem a Sofia Vergara com o seu sotaque, o Ty Burrell é realmente impecável e o conceito destas novas famílias onde o únco elo com as tradicionais é precisamente o único que importa - o amor. Agora, vá lá, vencer pelo quinto ano consecutivo? Jim Parsons lá ganhou com Sheldon Cooper, mas A Teoria do Big Bang já merecia a vitória como Melhor Série, com o seu humor inteligente e um elenco que funciona na perfeição. Apesar que, tanto Friends, como Seinfield só ganharam uma vez. Vá-se lá entender.

publicado às 12:58


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Joana

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Neste mar

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