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A pedido de várias famílias, estou a brincar, na verdade foi das meninas dos blogues A FramboesaA Míúda, BlogdeALGo, Fluffyland  e Sofia Margarida, estão as respostas ao desafio de Natal. Muito obrigada a todas por se lembrarem aqui do meu cantinho. Não vou nomear porque, basicamente, já foram todos nomeados. Ora cá vai disto:

 

Árvore de natal artificial ou natural? 

Artificial. Para além dos benefícios ambientais e da comodidade, estou habituada a isso desde miúda.

 

Natal com neve ou sol? 

Neve, mas como nos postais, nada dessas coisas de nevões que deixam a malta presa em casa e a proteção civil em alerta. E só para ver como é, porque Natais com sol, felizmente, já tive muitos.

 

Esperar pela manhã ou abrir os presentes à meia-noite?

Resposta pouco ortodoxa: antes da meia-noite na casa da minha avó. Sei que não é a tradição, mas, francamente, ninguém atura os miúdos. Temos uma regra: eles jantam, abrem as prendas e depois deixam-nos jantar a nós. Em minha casa abrimos depois da meia-noite, pelo simples facto que chegamos a casa depois dessa hora. Mas, quando tiver a minha casa, acho que vou esperar pela manhã.

 

Qual o filme que adora ver nesta altura? 

Ena pá, sei lá! O Harry Potter? Dá sempre nesta altura! Não tenho preferência específica. Quando era mais pequena, adorava ver o Sozinho em Casa.

 

Cânticos de natal nos shoppings. 

Sim! E nas ruas e em todo o lado!

 

Qual o uniforme que usa no dia de natal? Pijama ou veste toda bonita? 

Normal. Tento estar confortável porque passo muitas horas de um lado para o outro. Nada de saltos altos, mas costumo maquilhar-me, o que em mim é coisa rara.

 

Qual a sua comida de natal favorita?  

As rabanadas de mel da minha mãe. De preferência, a sair da frigideira.

 

O que quer receber este natal? 

Nem sei! Há sempre coisas que queremos, mas acho que, pela primeira vez, não há nada que queira assim tanto que me deixe desiludida se não o tiver. Mas, livros e jóias são sempre os meus favoritos. Ah, e carteiras!

 

Planeia antecipadamente os presentes ou é à última hora?  

Planeio muito antecipadamente. O problema está mesmo na execução.

 

Veste de Pai Natal? 

Não, nem tenho vocação para isso. Uma vez, uma das minhas tias fê-lo e os miúdos adoraram, mas ela tinha um jeitaço.

 

Qual a sua música favorita do Natal?  

Sei que é um cliché, mas a minha favorita é Have Yourself a Merry Little Christmas. Se bem que a música do Rodolfo também me diz qualquer coisa. Deve ser a tal parte que nunca deixa de ser criança.

 

Onde vai passar o Natal este ano? 

A noite da consoada, no sítio de sempre, em casa da minha avó materna. A noite de Natal, bem, estamos a começar a nossa própria tradição e vai ser cá em casa.

 

Feliz Natal para todos aí desse lado!

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publicado às 15:24

Os meus livros

08.10.14

E eis que chego ao derradeiro desafio, que me foi colocado pela Framboesa. Este foi o mais difícil! Pensei na qualidade da escrita, nos temas e nas ideias, mas depois decidi ser mais intuitiva e acabei com uma lista algo estranha, onde talvez falte um Hemingway ou um García Márquez, mas que para mim faz sentido. São livros que de alguma forma me marcaram e que recomendo frequentemente. No fim, constatei com alegria que os autores são na maioria portugueses. A ordem é alfabética e o porquê da minha escolha sucintamente descrita. Embora eu pudesse fazer correr rios de tinta sobre esta minha pequena biblioteca, que me traz lembranças e me faz sonhar.

A Filha do Capitão, José Rodrigues dos Santos - história e literatura, dois dos meus amores, perfeitamente combinadas num romance sobre uma época tabu da História de Portugal;

 

A Lua de Joana, Maria Tereza Maia Gonzalez. Era uma Joana e tinha uma avó Ju, mas o seu mundo era tão distante do meu. Precisei de três leituras para aceitar o final.

 

Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago. Que posso dizer? É claramente o livro de um génio. A pior cegueira é a que está na alma e no coração.

 

Memorial do Convento, José Saramago. O 'meu' livro. Não cabe numa descrição sucinta. É a obra prima de um mestre. 

 

Mensagem, Fernando Pessoa. Precisaria de um post inteiro para explicar este, mas vou só dizer que não há poesia sem Pessoa e que a derradeira mensagem é que ainda pode haver muito Portugal.

 

O Mundo em que Vivi, Ilse Losa. O primeiro que me fez pensar que livros são uma coisa muito a sério.

 

O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry. O livro das coisas importantes que toda a gente devia ler. Em qualquer idade.

 

Orgulho e Preconceito, Jane Austen. O grande clássico, tão percurssor no que toca à forma como se constroem as relações humanas e como não pode existir amor na presença dos ditos do título. E, claro, Elizabeth, a personagem perfeita.

 

Os Maias, Eça de Queirós, Li pela primeira vez quando a escola a isso me obrigou. Gosto de outros livros do autor, mas foi com Os Maias que realmenteme me apaixonei por literatura e que a entendi como uma ferramenta para mudar o mundo.

 

Se Isto é um Homem, Primo Levi. Foi-me emprestado por um professor como leitura extra para a matéria da II Guerra Mundial e revelou-se excruciante. Na primeira pessoa e numa dor em que se sentem os horrores que o mundo não pode esquecer.

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publicado às 11:54

Batota

27.09.14

Outros dos desafios com o qual ando às voltas foi-me colocado pela querida Framboesa. O problema é que eu não sei responder a estas perguntas. À 1 já respondi aqui, mas a 4 e a 5 são muito difíceis e ingratas e às 2, 3, 6, 7, 8 e 11 não sei mesmo responder. Vou só dizer assim algumas coisas que talvez até deem algumas respostas, ok?

 

Gosto muito de escrever. Sobre tudo no geral, coisas que de alguma forma me apelam, mas em particular sobre literatura, viagens e aquilo a que costumo chamar a 'Marca Portugal'.

 

Sem o gigantesco empurrão do E., nunca teria sequer começado e, sem a minha irmã de polícia atrás de mim, provavelmente, não teria passado dos primeiros dias. Agora, adoro, claro. É o meu canto, a minha casa e escrever é o que eu mais gosto de fazer de entre todas as coisas.

 

Acho que já vou tendo algumas pequenas parcerias (talvez só agora se esteja a notar), mas eu não olho para elas assim. Para mim são pessoas, locais, marcas que de alguma forma me fascinam e de que eu gosto muito. É por isso que quero falar sobre elas. Algumas não respondem, outras declinam. Tudo bem! Amigos como antes. Depois há as que aceitam e, nesses casos, para além de agradecer, sinto-me lisonjeada.

 

Tenho um sentimento estranho, mas muito lusitano, quanto aos meus textos - saudade. Vejo-os a desaparecer da página inicial do blogue e parecem-me perdidos. Bem sei que é só clicar em 'anterior' que eles voltam a aparecer, mas mesmo assim. Não sei explicar melhor! Gosto dos meus textos e gosto verdadeiramente dos assuntos sobre os quais escrevo e custa-me vê-los ali escondidos no arquivo.

 

Como qualquer pessoa que tem um blogue, quero muitas visualizações. Ou, se calhar, mais que isso. Quero leitores. Fico sempre feliz quando tenho comentários aqui no blogue e tenho aprendido muito, em múltiplos sentidos, com esses bloggers (é por isso que faço questão de responder a todos). Essa é a parte que se vê. Mas fico mesmo feliz quando alguém fala comigo sobre um texto específico ou para me dar uma opinião sobre o blogue. Ou quando vem ter comigo só para me dizerem que me leem. Ainda, quando alguém que me conhece há anos me diz que não fazia ideia que eu sei escrever. E o melhor: quando percebo que os meus leitores (meus? que disparate!) já não são só o meu círculo de amigos ou conhecidos.

 

O meu maior desafio é realmente fazer isto. Todos os dias, mas sem me perder. Sem ficar sem sentido ou a escrever só para marcar o ponto. Uma das coisas que ter um blogue me tem ensinado é que é impossivel que tudo saia exatamente como queremos. Tudo bem! Eu viro e desviro o layout, invento as tags que forem precisas, agendo publicações no Facebook para as horas com mais utilizadores online. Só não me peçam para abdicar, ainda que não gostem, da minha escrita.

 

E acho que é só!

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publicado às 12:18

1. Sou uma chorona. Gostava de explicar isto um pouco melhor, mas é difícil. Não é dor ou tristeza, é emoção. Por exemplo, ainda me picam os olhos quando me lembro do dia em que a minha irmã nasceu.

 

2. Adoro o mundo inteiro - todos os países e as suas culturas - e vivo com o desgosto de saber que não vou poder visitar todo o lado.

 

3. Sou uma fã confessa de Portugal e de toda a cultura portuguesa e acredito genuínamente que tem muito potencial como marca. Que Portugal pode ter descoberto o mundo, mas o mundo ainda não descobriu Portugal.

 

4. A minha forma de cultura favorita é a literatura, toda a literatura, com especial destaque para o clássico.

 

5. Adoro animais e tenho muita dificuldade em compreender pessoas que não gostam porque acho mesmo que lhes falta alguma coisa.

 

6. Tenho profunda admiração por pessoas, qualquer pessoa, que têm a coragem de ir atrás dos seus sonhos.

 

7. Sou, ou pelo menos tento, muito tolerante com os outros - as pessoas que são e as escolhas que fazem. Costumo até dizer que "sou pelas pessoas felizes".

 

E pronto, já está! Muito obrigada às meninas dos blogues Bata & Batom, Sofia Margarida e A Framboesa pelo desafio.

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publicado às 10:08

Tenho aqui três pendentes:

 

Very Inspiring Bloger Award - colocado pelas Bata & BatomSofia Margarida e A Framboesa;

Liebster Award - Discover New Blogs - colocado pela A Framboesa;

Os Melhores Livros que Já Li - também colocado pela A Framboesa.

 

Muito obrigada, meninas, por se lembrarem de mim. Eu não tenho muito jeito para este género de coisas e vou, como sempre, fazer a batota de não nomear, ok? É que, como eu vou atrasando isto para conseguir responder com calma, praticamente toda a gente já foi desafiada.

 

As respostas aos desafios vão aparecendo nos próximos dias. 

 

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publicado às 19:58


Joana

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Neste mar

Sobre tudo e sobre nada. História e política. Brincadeiras e aventuras. Literatura e cinema. Trivialidades e assuntos sérios. Arte e lusofonia. Dia-a-dia e intemporalidade. E, claro, um blogue com sotaque do norte.