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O post atrasado

10.11.14

Devia ter postado isto ontem, mas como cliquei nos rascunhos em vez de na publicação, vem com um dia de atraso. 

 

Ontem fez 25 anos da queda do Muro de Berlim. Visitei a capital alemã durante o InterRail que fiz há cerca de três anos. Fui um pouco a contragosto e passei a viagem a dizer que achava que Berlim não valia apena. Enganei-me, obviamente. A cidade revelou-se de uma forma que nunca imaginei possível e, no final dos três dias, saímos de Berlim absolutamente esmagados pela sua história. Não vou alongar-me sobre isso. Talvez o faça um dia (ando a pensar em fazer uma série só sobre viagens). Vou apenas falar do Muro.

 

Vi alguns dos pedaços que restam e todo o seu traçado está marcado pela cidade, numa linha discreta, mas presente. Que não deixa esquecer. Folgo dizer que Berlim, agora, é uma só. Numa das parte maiores que ainda restam do Muro, há um Memorial com uma exposição permanente e gratuita que começa com a chegada de Hitler ao poder e termina na queda do Muro. Como disse, a cidade não esquece. Nem deve, nem pode. Ninguém pode esquecer.

 

Cinquenta e três anos após a construção do Muro, há muitas diferenças na Europa. A ausência de muros, infelizmente, não é uma delas.

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A tensão e a vontade de reunificação no dia anterior à queda.4090470722_65dc5c29ae_o.jpg

A queda do Muro, que significou liberdade para muitos e a reunificação de toda a Europa.

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Os vinte e cinco anos foram assinalados com a colocação de balões pelo traçado do Muro.1_Park_am_Nordbahnhof_MG_4961-2_Web_Startseite.jpg

Os balões foram largados ao mesmo tempo, simbolizando a queda do Muro.

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Um dos pedaços restantes.

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Uma das maiores partes do Muro ainda de pé e que esconde o Memorial.

publicado às 22:16

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Em Melila, enclave espanhol no norte de Marrocos, imigrantes africanos observam os golfistas do topo da vedação que separa dois mundos bem diferentes. O seu objetivo é entrar na Europa.

publicado às 21:25


Joana

foto do autor


Neste mar

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