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Sou fã do Halloween. Não pessoalmente, que na minha altura não se falava tanto disso e, mesmo quando se falava, eu nunca revelei grande interesse, mas acho giro. Sobretudo à inglesa ou americana, com as abóboras e as decorações. Já sei que é capitalista e que não é uma tradição portuguesa, nem religiosa. Mas isso nunca nos impediu no Carnaval, pois não? A cada ano que passa vejo mais miúdos nas ruas na doçura ou travessura. Ainda ontem vi um grupo adorável de bruxinhas e fatasmas cuja travessura era atirarem confetis. Divertem-se e andam felizes e não vejo mal nenhum nisso. Além do mais, uma tradição começa sempre por ser uma novidade. 

 

Com certas idiotices é que já não vou à missa. Ontem à noite, quando vi as tais bruxinhas e fantasmas, estava à procura de um multibanco que não se encontrasse coberto de ketchup, pasta dos dentes ou espuma. Mesmo numa casa acharia esta 'travessura' estúpida e abusiva, mas num multibanco? O que foi que aconteceu? Não deu a 'doçura'? Estupidez e vandalismo. Estragar só porque sim. Não percebo!

publicado às 15:12

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publicado às 15:39

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Amanhã é dia de Halloween e, mal se aproxima esta data, os miudos só me falam disso. Uma tradição britânica que eles cresceram a ver nos filmes e a ler nos livros e que cá já se vai vendo um pouco. Fazem-me muitas perguntas. Às vezes acho que eles pensam que eu vivi ou nasci lá. Acham que conheço todos os detalhes e todos os lugares. Pedem-me também desenhos, sopas de letras, palavras cruzadas. Pois bem, hoje tinha umas horas livres e fiz-lhes a vontade. Depois de fazerem os trabalhos de casa, lá os deixei pintar os desenhos e fazer recortes de morcegos, gatos e fatasmas que eu ia desenhando numa cartolina preta. A seguir, cortesia deste tempo doido, deixámos que viessem para o jardim brincar. Com o inverno a chegar, essa possibilidade vai ser cada vez menor e, nestas idades, brincar também é importante. No fim, colámos os desenhos e os recortes na parede. 

 

São miúdos que passam muito tempo ali connosco. Estudam e fazem os trabalhos da escola, mas trazem outras dúvidas e perguntas. Contam pequenos detalhes das  suas vidas. Colocam-me os seus pequenos dramas, como se é normal ter medo de andar de avião ou o que responder ao colega de carteira chato. Também fazem perguntas sobre mim: onde moro, se tenho namorado e, muito frequentemente, se quero ir viver para Inglaterra. Às vezes, sobretudo as meninas, pedem para se sentar no meu colo. Alguns têm vidas complicadas, mas ali a correrem, todos misturados, às gargalhadas... acho que, quando forem grandes, se vão recordar destes momentos como um pedaço de uma infância feliz.

publicado às 19:58

É de mim, ou a malta dos países de cultura anglo-saxónica chega a esta altura e fica maluca com isto das abóboras?

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publicado às 16:36

... graças a ti e às tuas acrobacias metereológicas, vamos ter o Halloween mais cedo.

publicado às 10:49


Joana

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Neste mar

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