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Fui ao dentista. Tudo normal. Não era grave e nem doeu. O problema foi na sala de espera. Porquê? Porque a televisão estava ligada num determinado canal generalista português onde uma senhora inventava dizia as cartas a telespectadores que ligavam a colocar um problema determinado. Ao ser atendido, o dito telespetador ganhava logo toda uma variedade de aldrabices amuletos da sorte para tudo e mais alguma coisa. O que aconteceu? Uma senhora tinha um problema de saúde e estava na dúvida entre ser operada ou fazer fisioterapia. Pois vai que após umas cartadas, a senhora das cartas lhe diz qualquer coisa como: "não vai nada ser operada, vai resolver tudo com fisioterapia e vai ver que fica tratada, até lhe vou dar o número de um especialista que é muito bom e a vai ajudar".

 

No consultório do dentista foi tranquilo. Ali, na sala de espera, é que senti algumas dores.

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publicado às 10:32

Esta fácil! É uma das filhas do falecido advogado Rob Kardashian, que ficou conhecido por representar o jogador de futecol americano O.J. Simpson (que por acaso é o padrinho de Kim), acusado de assassinar a ex-mulher e um amigo desta.

 

A pergunta mais difícil é: como é que Kim ficou famosa? Eu respondo: À custa de um vídeo sexual com o seu namorado da época. Esta semana anda nas bocas do mundo por causa de umas fotos onde mostra o rabo. Não sei qual é o espanto. Há coisas que nunca mudam.

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publicado às 11:41

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Em Melila, enclave espanhol no norte de Marrocos, imigrantes africanos observam os golfistas do topo da vedação que separa dois mundos bem diferentes. O seu objetivo é entrar na Europa.

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publicado às 21:25

Tenho o hábito diário de ver, para além das notícias, as fotos ligadas ao dia (como, aliás, já devem ter percebido). Isto mostra-me fotos incríveis, não só da natureza, como da humanidade. É isso que tenho mostrado aqui, de vez em quando. Claro que não há bela sem senão.

 

Do conflito na Síria, à situação na Ucrânia, passando pelo surto do Ébola e dos protestos em Hong Kong, tudo é coisinha para me arrancar uma lágrima. Já tinha dito antes, sou chorona. Mas uma das fotos que vi ontem é coisa para me fazer correr rios. De lágrimas e de tinta.

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Numa fábrica de balões, esta é apenas uma dos 6,3 milhões de crianças que trabalham no Bangladesh, o que corresponde a mais de metade da população portuguesa. O seu lugar é, obviamente, na escola.

 

Um dia, ainda vou contar estas histórias.

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publicado às 10:20


Joana

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Neste mar

Sobre tudo e sobre nada. História e política. Brincadeiras e aventuras. Literatura e cinema. Trivialidades e assuntos sérios. Arte e lusofonia. Dia-a-dia e intemporalidade. E, claro, um blogue com sotaque do norte.