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O país azul

24.10.14

Nunca tinha pensado em Portugal assim, mas gosto. Mais que isso, faz sentido. Esta semana, o New York Times nomeou os azulejos portugueses como um dos 12 tesouros da Europa. Adoro ver o património nacional reconhecido, ainda para mais da forma tão romântica como a publicação nova iorquina o faz:

Haverá um país mais azul que Portugal? O céu azul e o Oceano Atlântico abraçam a terra. Os humores azuis* do Fado, a música melancólica, forma a banda sonora nacional. E por todo o Portugal, os típicos azulejos ajuis encontram-se em igreja, mosteiros, castelos, palácios, universidades, parques, estações de comboios, halls de hoteis e fachadas de apartamentos.

 

Pensando nisso, é realmente fácil encontrar azulejos portugueses pelo país fora:

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 Capela das Almas, no Porto.

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Fachada da Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego, em Lisboa.

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 Jardins do Palácio Marquês da Fronteira, em Lisboa.

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Átrio da Estação de São Bento, no Porto.

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Sala dos Brasões, Palácio Nacional de Sintra.

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 Interior da Igreja de São Lourenço, em Almancil.

 

E, um dia, quem sabe, na cozinha lá de casa:

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*No original blue moods, uma vez que o azul é, na língua inglesa, associado à melancolia.

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publicado às 09:40


Joana

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Neste mar

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