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Vi o filme Charlie e a Fábrica de Chocolate pela primeira vez. Johnny Depp não esteve no seu melhor, mas o jovem Freddie Highmore, que interpreta Charlie, é muito genuíno e cada vez gosto mais das produções de Tim Burton. Já tinha ouvido falar do filme, mas não fazia ideia que o principal tema é a educação. Ou melhor, a má educação. Veruca é uma menina mimada e que não aceita um não como resposta; Violet foi educada para vencer e não olha a meios para atingir os seus fins; Augustus é um rapazinho guloso e invejoso, que come  dezenas de chocolates por dia; e Mike é agressivo, armado em esperto e viciado em videojogos, o que fez com perdesse a imaginação - todos são engolidos pela fábrica de Wonka, até que apenas o humilde e carinhoso Charlie resta.

Estes exageros educativos existem na realidade e chama-me, em particular, a atenção a critica ao excesso de meios informáticos e televisivos. Devo salientar que eu cresci a ver filmes - os agora chamados clássicos da Disney - e que não sou daquelas pessoas fundamentalistas que defendem que as crianças não devem ver televisão ou jogar videojogos. Acho, isso sim, que tudo deve ser feito na medida certa e que realmente, e como dizem os Oompa Loompas, o excesso mata a imaginação e habitua o cérebro a um consumo imediato, em que já não pensa, apenas vê.

 

Infelizmente, não encontrei legendado, apenas a dobragem brasileira, mas aqui fica o vídeo, que é bem interessante, tanto para miúdos como para graúdos.

publicado às 10:39


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Joana

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Neste mar

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